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Tuesday, July 21, 2015

Proving wrong!


Once upon a time, a beautiful princess and her prince went to wonderful Bali in Indonesia. They were madly in love and, together, they shared the princess' first time. And that's when all went south! The prince was actually a jerk and he left the island and the princess the very next day. The princess was so hurt and ashamed that she threw a curse on the island and from that day on, all unmarried couples visiting Bali would break up within six months.

Oh well

Do I believe in curses? 
Nay! I like hearing about them though, trying to understand them and why not, bust them!

This is clearly about pre-marital sex and was probably invented by a super creative mom a long time ago. And how successful was this mommy! Planning a holiday, I came across an article written on the matter and I got intrigued and googled a bit on the famous Bali curse. I couldn't believe it but there are actually hundreds of hits on the subject! And best of all, there even are articles with tips on how to enjoy Bali and not end up breaking your relationship up. Funny stuff, really!

I went to Bali with my boyfriend. I then left Bali with my fiancé. And today, 15 months later, we're happier than ever! 
Busted! Funny story still! 

I highly recommend visiting Bali, it is just amazing!

Friday, April 24, 2015

Mommy! I'm hungry!

I've been a mother for 8 wonderfully challenging weeks. Yes, that's right, happiness is not an easily achieved thing, especially when we are talking about motherhood and children. I was used to control my life and have had to accept chaos and still, in my heart, I am over-the-moon happy to be a mom.
I know I have still so much to live and learn as a parent (as a human being as well but one thing at a time) but I have already experienced sooooo much! 
I came across this picture and article on facebook, this precious source of information and it seems it's been a huge buzz. 
I'll admit it: I am still unexperienced in the matter, but for some reason I can totally relate to what's shown here. Could it be because when my-most-precious cries his lungs out, I could do anything just to bring him some peace? Yes. Could it be because even though I wish I could be there for him every second of the day, sometimes it is just not possible and it hurts that I have to accept that? Yes. Could it be because the moment I knew he was growing inside of me I knew I would do anything for him? Yes. And I am sure there are many more reasons that I am not aware of still.
This picture is not shocking at all to me, what about you? Are you shocked? 

Source: http://www.dailymail.co.uk/femail/article-3048548/Photo-mother-breastfeeding-daughter-home-sitting-toilet-goes-viral.html


Saturday, April 18, 2015

Casei!

Pois foi! Casei! Já foi há uns meses, um pouco mais de 6 meses até; altura de muitas emoções e muito há para contar, comentar,... Hoje, escolho uma tema um pouco controverso se calhar. Volta e meia, leio um artigo ou um post, oiço um comentário ou converso com alguém, e gosto de esclarecer uma coisa: não perdi coisíssima nenhuma!

Passo a explicar porque parece que nos dias de hoje, em que tanto se luta pela igualdade de direitos homens/mulheres, eu (e outras) ter adoptado o apelido do meu marido é comparado a um crime. Ok! Estou a exagerar um pouco, mas a verdade é essa, fala-se em perda de identidade, submissão, e até falta de inteligência. Uiiiiii 

Primeiro, quem me conhece até sabe que sou ligeiramente feminista, que não sou pessoa de esperar a ajuda de um homem para me "salvar" de alguma situação muito menos esperar que o meu marido me ajude a ganhar uma identidade. Até porque pelo que parece, tenho identidade própria e como que, bem vincada até. (dizem as más línguas). 

Segundo, submeter-me a tal da pressão social é algo completamente  incompatível com a minha personalidade. Claramente. E isso, já diziam de mim pequenita: que não me podiam obrigar a fazer nada que eu não quisesse fazer. Nunca fui seguidora nem submissa à outros nem a modas. Sempre gostei de fazer o meu caminho e ainda hoje,  quando vejo setinhas no metro de Singapura para que os utilizadores sigam como carneirinhos o caminho até às escadas, tenho o impulso de passar para o lado de lá da corrente humana.

Por fim, serei eu demasiado romântica ou inocente por ficar chocada com o facto dum dos motivos apresentados para a não adopção do apelido do marido ser evitar a burocracia necessária na eventualidade do divórcio?! Só me apetece perguntar: será que querem mesmo casar? Mesmo?

Eu sempre soube que iria querer o apelido do meu marido. Para mim, o Casamento representa a união duma família e não queria de forma alguma, ser a mãe (Sra. C.) que iria buscar o filho (Menino A.) à escola. Não fazia sentido para mim. Era completamente inconcebível para mim, ter um apelido diferente dos meus filhos. Eu queria fazer parte duma família unida e reconhecida nesta união. E hoje, esposa e mãe (ainda que recente), estou feliz por o ter feito.

Uns tempos depois do Casamento, uma das minhas amigas, a L., perguntou-me porque o tinha feito, porque tinha adoptado o apelido do meu marido, porque a tinha surpreendido que, independente que eu era (e continuo a ser), não tinha imaginado que fosse algo que eu pudesse querer. Expliquei à minha amiga, que mais importante que a minha independência, era a minha família, e que fossemos unidos. Penso que a deixei a pensar, se calhar até a repensar a decisão dela, uns anos antes, de não adquirir o apelido do marido. Somos todas e todos diferentes e também as nossas decisões de há uns anos poderão ser bem diferentes das que tomaríamos hoje, e não acho que seja um problema ou que esteja mal, avançamos cautelosamente (mas não em demasia) com integridade e com a informação disponível, e esperamos sempre que sejam as melhores decisões. (Um beijinho amiga L.)

O meu marido até ficou surpreendido quando lhe falei na minha intenção e até me pôs à vontade e disse-me que não tinha de o fazer, mas eu expliquei-lhe os meus motivos e no fim até ele pensou em adoptar o meu. Fiquei sensibilizada e até teria gostado; em toda a sinceridade, não imaginava que fosse assim tão simples, mas pronto, este artigo sempre serviu para alguma coisa: esclarecer sobre a lei, e quem sabe um dia, assim o faremos.

Agora, reitero, esta foi a minha escolha. Escolha que assumo, feliz, ainda hoje e espero por muitas décadas.  E a quem acha que perdi a minha identidade respondo: não perdi coisíssima nenhuma! Ganhei uma família!
E lamento se a minha decisão ofende mas lamento ainda mais, que pessoas minhas conhecidas concordem com o conteúdo deste artigo. O que me importa é que sou feliz, e espero que o sejam também. 



Fonte: Jornal Público, edição de 18.11.2014, autor Claudia Bancaleiro

http://lifestyle.publico.pt/artigos/341672_identidade-submissao-ou-amor-o-que-significa-adoptar-o-apelido-do-marido/1


Thursday, April 16, 2015

The sweet sound of happiness



One of the joys of being an expat is the proximity to a multicultural environment; so it is quite normal to experience lovely moments like the one I lived today when I happened to hear the sweet sound of happiness.

In the breastfeeding room where I was today, the shallow privacy of the curtain is rapidly forgotten and parents and babies feel a shy kind of safety. Still, amazing things happen there and today was no exception. In those few minutes I could hear an Australian guy changing his son's diaper while telling him jokes in English, an Indian lady breastfeeding her daughter and singing along in Hindi and myself, enjoying the task at hand and chitchatting with my son in French, all in the privacy of those simple curtains. 

And while one may overhear mere baby talks, I clearly heard the sweet sound of happiness.

Friday, April 25, 2014

a magia de Bali


Primeiro fim-de-semana comprido em Singapura, pensamos logo que temos de aproveitar para passear um bocadinho. A escolha e grande mas no final hesitamos entre Vietname e Bali, Indonésia, e optámos por Bali. Já estávamos com saudades de snorkeling, mergulho e paraíso, há quase 1 ano que saímos de Dubai.
Algumas semelhanças e diferenças com a nossa viagem a Phuket, Tailândia. Quando fomos a Phuket, era a primeira viagem assim para um paraíso, mas como sempre, estávamos prontos para a Aventura. Também ainda não fazíamos snorkeling nem mergulho, e foi lá que ganhámos vontade. Bali é uma ilha bem maior e isso implica alguma organização prévia: saber o que se pretende fazer e ver e como nos vamos deslocar. E eu adoro organizar e planear.

Primeiro passo: definição do que queremos ver e fazer
Após alguma pesquisa na net e no guia turístico que comprei, notei que Bali tinha muita riqueza: a natureza e os vulcões, o mar e os seus desportos e a cultura e tradições. E decidi que queria ver um pouco disso tudo, claro!
Soube duma zona de mergulho fantástica onde se pode ver um navio americano afundado pelos Japoneses durante a segunda guerra mundial, ideal para mergulho e snorkeling. Era perfeito!
Analisei muitos dos Templos que lá há, e acreditem que há imensos e defini aquele que eu queria ver, aquele que reunia tudo o que me toca. Era lindo!

Segundo passo: fazer com que tudo seja possível
Agora é que começa a magia.
Comprar bilhetes. Check. Verifico assim que o aeroporto internacional está na pontinha sul da ilha. E  pego no mapa da ilha onde indico aeroporto de chegada, sítio de mergulho e snorkeling, localização do Templo e surpresa, vamos ter que percorrer a ilha quase toda.
Se olharmos para o mapa e nos guias, vê-se que as minhas escolhas não foram as mais comuns: a praia mais turística e Kuta, muito pertinho do aeroporto e Ubud era a vila mais próxima de Kuta e do aeroporto, tem Templo também e muitos mais acessos. No entanto, não era praia que queria fazer, nem queria bater aqueles caminhos turísticos! Eu queria natureza, vulcões e lagos, serenidade e beleza e decidi que não era impossível, que bastava um pouco de logística então “logistiquei”!

Terceiro passo: tudo e possível
Saímos de casa às 5h da manha, o táxi estava à porta à nossa espera e leva-nos ao aeroporto, lá vamos nós, de mochila às costas. Ainda houve quem dormitasse na sala de espera, mas eu não conseguia, já estava em pulgas. O voo da Garuda foi muito bom, 3 horinhas que passaram num instante, se calhar 3 horas parecem mais instantâneas quando vamos de férias, porque não me lembro duma manhã de trabalho passar assim tão depressa... À chegada, temos duas missões: levantar dinheiro local e encontrar o nosso motorista, pois pedi ao hotel para nos arranjar transfer. A primeira missão foi cumprida com êxito e sentimo-nos logo milionários: à questão “quanto dinheiro levantamos” respondemos com “alguns milhões”, dois e qualquer coisa, já não se conta. 1 Euro equivale a quase 16000 IDR, Indonesian Rupee, a moeda local. Com dinheiro no bolso, fomos à procura do nosso motorista, Gueday estava à nossa espera, de sorriso na cara. Verificámos mais tarde que todos os locais sorriem, todos! E isso é mágico! Subimos para uma carrinha novinha e lá vamos nós para 3 horas de caminho até à ponta norte da ilha. Pois é: pondo dum lado da balança, o tempo, os quilómetros e os custos e do outro lado, os nossos sonhos, optei por um hotel em Tulamben, a 3 horas de carro do aeroporto mas que me pareceu ideal, e comprovámos que o era.
O motorista foi fantástico e a viagem tornou-se numa visita guiada pelos campos de arroz com paragens para fotos e um almoço de comida local em Candidasa, um sítio lindo com macacos à beira da estrada. Foram 5 horitas bem passadas (entre viagem, almoço e paragens). Mas convém notar que, para conduzir em Bali é preciso uma dose bem grande de zen-attitude, as ultrapassagens são completamente folclóricas e as regras completamente opcionais. Mas, correu tudo bem e lá chegámos ao hotel.
O Ocean Sun Diving Resort está localizado no sopé dum dos mais lindos vulcões e organiza mergulhos e snorkeling ao navio americano USAT. Largámos a mochila no nosso bungalow, vestimos fatos de banho e lá vamos nós de máscaras em punho ver o prometido mar.
Chegar à “praia” não levou mais de 3 minutos a pé, por entre vegetação e embalagens  de bolos e de detergentes (algo um pouco perturbador para nós) e trazia mais surpresas: primeira, não há praia per se, há um amontoado de calhaus pretos nada amigáveis; e segunda: um mar lindo e calmo e a água mais limpa que alguma vez vimos. Confesso que fiquei um pouco confusa: o que bem irei fazer quando me fartar de fazer plouf-plouf na água? Mas enfim. Nem uma, nem duas, vamos para o hotel pedir barbatanas e botas imprescindíveis e – passado o cheiro a peixe salgado e a desagradável sensação d’humidade inicial – fabulosas! E lá vamos nós outra vez, desta vez, decididos a ver o que havia que ver e aproveitar o resto de luz do dia. Passada a dificuldade de entrar num mar de pedras com barbatanas, tivemos uma experiência maravilhosa: uma água cristalina e quentinha, e um fundo marino tão colorido e cheio de peixinhos lindos. O sol se estava a pôr, regressámos ao hotel encantados e a pensar no dia seguinte que seria ainda mais lindo. Tomámos o nosso banho, no nosso chuveiro exterior, foi muito giro porque não nos lembrámos de acender a luz e assim evitámos o ataque dos mosquitos; e tomámos nota para os próximos duches. O hotel também tem um restaurante que serve comida local e ocidental e lá foi o nosso primeiro jantar em Bali, com vista para o vulcão Agung e a planear com o Ricardo (alemão, dono do hotel, que se mudou para Bali há uns anos quando o stress europeu se tornou insuportável) as nossas actividades do dia seguinte, estávamos nós, já, entusiasmadíssimos.

Segundo dia em Bali.
Acordámos de manhãzinha, após uma noite bem dormida. Se calhar, a televisão é mesmo muito mais supérflua que o que pensamos. E vamos tomar um pequeno-almoço fresco e colorido e vamos nos equipar. O vulcão está lindo de manhã, ainda temos tempo de tirar umas fotos maravilhosas, o contacto com a natureza, tal como ambicionávamos.
Apresentam-nos ao Katur, o nossos guia de mergulho/snorkeling para o dia. Eu vou só fazer snorkeling, ainda não ultrapassei todos os meus medos, mas o Zowjee vai mergulhar e ele está Feliz, ele sabe o que vai “ver” mas era surpresa até à nossa chegada à Bali e eu estou a adorar vê-lo assim. Equipados, lá vamos nós para a primeira actividade do dia: o “coral garden” com as suas estatuetas de Buddha. Não cheguei a ver as estatuetas da superfície mas o Zowjee ficou maravilhado com a visão. Partilho aqui um vídeo que não é nosso, mas dá para perceber do que estou a falar.


Fizemos um intervalo para o almoço e a seguir, fomos ver o navio. Zowjee mergulhou com o guia e ficou deslumbrado. Fiquei cá fora, a corrente era muita para eu ir sozinha, a imaginar o quanto ele devia de estar a adorar. Quando ele sai da água, ele não teve palavras no início, só disse, vamos agora os dois com máscara, e eu, claro, estava deserta. Uma das experiências mais lindas da minha vida: snorkeling de mãos dadas no mar de Bali a ver peixes pequenos e grandalhões, pretos e coloridos, e a ver o navio afundado, a passar pelas bolhas de ar dos mergulhadores por baixo de nós. Foi simplesmente mágico. Sem palavras. Até me distraía a ver e a querer tocar nos peixes e a querer mergulhar. Lindo.
O dia tinha sido maravilhoso e ainda tínhamos umas duas horas de luz depois do banho tomado, optámos por alugar uma scooter, aquela que viria a ser a nossa fiel amiga de Bali e ir passear pelos campos de arroz, à procura dum sítio lindo para jantar e assim parámos em Amed, uma vilazinha pacata com o perfeito pequeno café onde jantámos um suculento bife de atum grelhado, jogámos um snooker e conhecemos a Alice (6 anos) e a Adèle (8 anos), duas meninas do Mundo. De avós paternos portugueses, maternos franceses, e pais, cidadãos do Mundo, a Adèle nasceu no Vietnam e a irmã na Tunísia, a viver em Myamar (ou Burma) de momento, mas que em breve iriam para a Escócia, que falavam 4 línguas e iriam aprender mais, meninas lindas, queridas, e que nem tinham noção da riqueza e da magia das suas vidas, duas meninas que não vou esquecer. O dia não podia ter sido mais Lindo.

Terceiro dia em Bali, visita do país, e do Templo.
Após mais um pequeno-almoço fabuloso, fazemo-nos à estrada ainda não eram 8 horas, ia ser um dia longo e estávamos prontos para a aventura.
Tínhamos preparado o itinerário por forma a ficar em estradas principais, iam ser perto de 250 quilómetros, de scooter, em estradas do tipo das nossas locais. Já tínhamos tido a experiência da scooter em Phuket e tínhamos adorado. No início, com algum receio pois, todos os guias dizem que é muito perigoso devido à condução mais que original dos locais, mas já diziam isso em Phuket e a nossa experiência foi fantástica. Também havia a questão deles conduzirem “ao contrário”, do lado esquerdo da estrada, mas também já não nos preocupava. Claro que podíamos ter optado por um carro com guia mas a experiência não teria tido o mesmo encanto. Notamos que pagámos 3.70 Euros por dia para a scooter (5 euros por dia na Tailândia) e que o único senão é o conforto para o rabiosque, assim votámos scooter! E não nos arrependemos: temos uma visão do país completamente diferente dessa forma, podemos parar onde queremos com facilidade e assim foi, mal vimos a tableta “waterfall”, pusemos pisca e saímos da estrada principal, entrámos numa estrada de terra batida e pedras e subimos ainda uns quilometrozinhos até à “entrada”, o que não teria sido possível de carro. Estacionámos a moto, pagámos a entradazita, salvo erro, 1 euro e meio cada um, e começámos a caminhar, a subir, atravessámos um riacho e metemo-nos pelos caminhos sinuosos que nos levariam a uma cascata de mais de 60 metros e de água morninha. Era complicado tomar banho por causa das rochas que lá havia, mas ainda apanhámos uma “chuveirada” jeitosa. Foi Lindo, horas de nos pôr a andar, direcção ao Templo Pura Ulun Danu Bratan. Ainda parámos no caminho para comer um satay local (pequenas espetadas de frango com molho de amendoim) e dar umas bananas e umas batatas às dezenas de macacos que estavam à beira da estrada. Quanto mais subíamos, mais o tempo se refrescava, até tivemos direito a chuva. Mas isso não nos assusta, já estamos mais ou menos habituados ao clima tropical, pararia logo e se não fosse a altitude, sentiríamos o mesmo calor. Quando chegámos ao Templo, percebemos logo que, como dizem os guias, o Templo parece flutuar no lago. É uma visão serena e mágica. Tirámos fotos e fotos. E andámos pelos caminhos dos jardins. Ainda presenciámos os festejos da Páscoa. E sentimos a Magia de Ulun Danu.
No regresso, com o coração cheio, e o rabinho dorido, parámos numa pequena praia, de areia preta vulcânica, e de mar maravilhoso para tomarmos um banho, sorrirmos para o pôr de sol e assistir a um jogo de futebol dos garotos da terra, o guarda-redes vestia uma camisola da nossa selecção.
Quando chegámos ao hotel, já era de noite, estávamos exaustos, não só pelo trajecto de scooter mas pelas emoções que nos invadiam. Tomámos um banho com bichos, um jantar rapidinho e íamos tentar dormir umas horas, pois o dia seguinte era de partida e tínhamos combinado com o motorista às 8h30.

Quarto dia, o regresso.
Parece-me que estávamos invadidos por tamanha serenidade que tudo se organizava por si só. Acordámos cedinho. Ainda fomos ver o “nosso” vulcão de mais pertinho. Tomámos aquele pequeno-almoço habitual. Preparámos a mochila. Fizemos check out e às 8h30 em ponto, estávamos a sair de Tulamben direcção Kuta para um almoço rápido antes d’ir apanhar o avião. Kuta a praia turística de que falei no início. A ideia era só dar uma vista de olhos, comermos qualquer coisa e dirigirmo-nos para o aeroporto. E assim foi. De facto, muito mais turístico que Tulamben, um trânsito caótico, e toneladas de casas de souvenirs à beira da estrada, a semelhança do que vimos nas nossas praias, já longe dos estaminés de fruta e legumes que nos tinham acompanhado durante as férias. A praia é linda e de areia branca e o mar, ideal para surfista. E percebi, que a minha escolha tinha sido a mais acertada, mesmo se nos primeiros instantes tive as minhas dúvidas, Kuta não era para nós. Um tacsi nos levou para o aeroporto que também é lindo, muito verde, muito natural e assim acabou a nossa viagem a Bali, com o sentimento que 4 dias não chegam, mas com o coração e a alma cheios de tanta Magia.

Notamos que não experimentámos a piscina do hotel, havia coisas bem mais originais para viver.

Adorámos Bali e quem sabe, um dia até pode ser que voltemos.


Bali é mágica.


Sunday, April 6, 2014

lazy sunday






Há dias em que precisamos que o tempo pare para simplesmente aproveitar o momento.
Hoje foi um desses dias, um dia lindo de agradável e irrepreensível perguiça, e soube tão bem. 



Friday, March 14, 2014

a picture like scene

Add-on to my wish-list
I was just walking on the surroundings of my new home, in this beautiful park. It was so pleasant to pass by people on their bikes, others running and some, like me, just walking and enjoying the agreeable end of afternoon. I was walking and enjoying myself, thinking of my home town and how that park remembered me of it and how it was going to be wonderful to live just here when I just saw the most amazing picture like scene: a man in his thirties was running slowly, as much as needed for his young daughter, maybe 6 years old, to accompany him, while they were reciting the alphabet. This was such a nice image, father and daughter sharing what I call a very high quality time. I kept walking, smiling at them and them at me just thinking how dreamy their life was to me and then I realized that the picture wasn’t complete though as the little girl’s pregnant mommy was on their track, just a little behind them, gingerly walking.
I am now only thinking of it, but this scene keeps making me smile and feel the nicest warmth in me.

This is how life should be!

Thursday, January 30, 2014

une belle visite

Hier, mon grand-père est passé me faire une petite visite. Ses visites me font super plaisir. Il est heureux. Il vient et il dit combien ça lui fait plaisir de nous voir et pourtant on n’est même pas sûrs qu’il sache vraiment qui nous sommes, mais c’est tellement bon.
Hier, il nous raconte comment il a profité du fait que sa femme (qui est en fait sa fille, ma tante) se soit endormie pour se sauver et venir nous voir. Il était en pantoufles, sans manteau, mais il était heureux. On a discuté pendant quelques minutes. Il cherche ses mots. Il ne comprend pas tout ce qu’on lui dit. Il nous raconte des histoires d’il y a vingt ans. Et puis il se souvient que Mamie n’est plus là, et il pleure. C’est triste de voir quelqu’un qu’on aime, son grand-père perdre la tête, mais en même temps, c’est tellement bon de le voir rire et heureux comme un enfant quand il nous fait le « papi la malice ». Il est génial ce grand-père. Et puis, hors de question de le prendre pour un vieux qui ne sait pas ce qu’il fait, pas la peine de l’aider à descendre les escaliers « alors, si j’ai réussi à monter, je saurai redescendre ».
                                                                             Ah Papi, merci de me faire chaud au cœur comme ça ; merci de me faire sourire. 




Saturday, January 25, 2014

gay/lesbian/straight, a family concept

Every gay couple adopted child was
created and abandoned by a straight one.

In the past few weeks, Portugal’s been shaken by lots of chattering and all around co-adoption and I wonder why this matter is so controversial: why is adoption by two gay people or two lesbian women such a conflict in people’s minds, shouldn't we discuss the whole concept of family instead? In my opinion, we are mixing things up, what makes a family a family? I would dare think that a family grows around love, understanding and respect, and even the will to pass on one’s experience, knowledge, wisdom and traditions. I don’t understand where sex or genetics influence anything in these concepts. Can I ask someone smarter to explain to me why a mommy and a daddy raise a better child than two mommies or two daddies? Come on people! Focus on what matters! Open your minds!

I’d like to share a drawing from Bruno Gaspar (https://www.facebook.com/bruno.gaspar.731?fref=ts), author of Pela Estrada fora (https://www.facebook.com/pages/Pela-estrada-fora/391738394258613). For me, we should be keeping an eye on him, he seems to share a pretty interesting spirit.

Friday, January 24, 2014

my-20-years-ago-self seen by my-today-self

A few days ago, I stumbled on a few texts I wrote a lifetime ago, and they made me think about me: who I was and who I am and the way I see my-20 years ago-self, and it is quite amazing what I read between the lines of the below text.


Nous étions à l'heure.
(Texte écrit en 1996.)
Il était très tôt le matin, il faisait encore noir. Il pleuvait, de cette pluie fine qui est si dangereuse. Nous roulions depuis des heures. Tous les mystérieux accidents qui surviennent en Espagne nous effraient tant que nous préférons la traverser la nuit. Nous avions fait ce voyage tant de fois, que nous en connaissons presque chaque virage.

Toutes ces années, sur cette même route, nous avions vu tellement d'horreur, de malheur, de pleurs. Dans ce cadre déplorable, quelque chose d'inattendu survient chaque fois. Dans notre monde où guerre et peur sont notre lot quotidien, ou cris d'horreur et pleurs font tous les jours la Une des journaux, survient quelque chose que nous ne pouvons presque pas imaginer car nous vivons dans un monde où l'humanité n'est plus à la mode et où compatir n'est pas toujours bien vu. Aujourd'hui ce sont des expressions comme “œil pour œil, dent pour dent”, “chacun pour soi et Dieu pour tous” où “chacun sa merde” qui sont plus connues et que l'on entend a chaque coin de rue. Mais parfois, à certaines occasions, on se rend compte que l'homme est humain, que l'homme est homme et qu'il se rend digne d'habiter notre planète.
Ce moment dont je parle, c'est le moment ou l'on agit spontanément, humainement, car nous sommes tous frères d'une même mère, notre Planète, la Terre.
Ce jour-là, j'ai eu l'honneur d'assister à un tel événement où l'homme agit fraternellement, responsablement. Je parle ici de solidarité.
Nous faisons le virage à droite. Nous roulons prudemment car le temps est dangereux et ne nous permet pas de dépasser les cinquante kilomètres-heure. Juste après un autre virage à gauche, puis à droite, et là, nous freinons vite. Vite. Avec cette pluie, la voiture glisse. Mon père, qui conduisait la voiture, commence à zigzaguer pour ne pas frapper la voiture qui nous précède. La voiture stoppe. Nous l'avons échappé belle. Mais que se passe-t-il? Pourquoi ce bouchon? Pourquoi toutes ces voitures sont-elles arrêtées? Qu'est-il arrivé? Tout a coup, je vois mon père sortir de la voiture sous la pluie de plus en plus violente. Tout a coup, je le vois agiter les bras pour prévenir les voitures qui nous suivent qu'elles doivent s'arrêter, vite, avant que tout ne s'aggrave. Je ne comprenais pas ce qui se passait. Je questionnais ma mère. Mais la seule réponse qu'elle me donne est de rester dans la voiture bien sagement et de faire bien attention à ma sœur, qu'elle reviendrait vite. Je sortis de ma confusion par les cris des gens qui accouraient, ils arrivaient tous de derrière moi. Mon esprit commençait à s'éclaircir, je commençais à voir ce qui se passait sous un autre angle, je commençais à comprendre: une formidable organisation se mettait en place très rapidement et presque professionnellement.
Il est étrange de parler de cette façon-là d'un accident; nous étions face à l'horreur. Et les gens ont réagi et agissent. Sur le moment, on est sous le choc, on ne pense qu'au malheur, mais ensuite on pense aux sauveurs.
Ce qui s'était passé n'était la faute d'aucun humain, mais celle de mère nature: une famille qui partait en vacances et qui en resterait marquée toute sa vie. La voiture tractait une caravane, et sur cette même voiture, il y avait une galerie. La pluie fine si dangereuse avait fait glisser le véhicule. L'une des roues arrière était dans le ravin, la voiture tenait en équilibre, on ne sait par quel miracle. La caravane était sur le toit en travers de la route et bloquait la circulation. Quant à la galerie, elle s'était détachée et avait frappe la falaise qui bordait l'autre côté de la chaussée.
Les gens qui n'avaient pas été impliques dans l'accident s'étaient divise les taches: quelques personnes s'occupaient des passagers du véhicule, deux hommes armes de leurs extincteurs de voiture tentaient d'éteindre le feu au niveau du moteur, une famille en voiture partit appeler les secours, et les autres personnes réglaient la circulation rendue difficile par l'accident, ils faisaient passe tour à tour les voitures qui descendaient la falaise puis celles qui remontaient, afin d'éviter d'autres accidents. Et tout ceci sous la pluie battante.
Les secours sont finalement arrivés. Les pompiers commençaient à découper le véhicule afin d'en sortir le conducteur dont les jambes avaient été broyées par le moteur dans la collision de la voiture avec la falaise. Les enfants étaient blottis dans les bras de leur mère, tous trois entoures des ambulanciers qui constataient les blessures légères. Et la grand-mère qui, secouée par le choc, continuait d'appeler le chat qui s'était enfui.
La caravane avait été dégagée. Les débris de la voiture et la galerie avaient été remorques jusqu'à une casse et toute la famille était à l'hôpital. Et moi, petite fille de huit ans, je regardais le film qui se déroulait devant moi et je pleurais. Aujourd'hui, dix ans après, je pense au malheur qu'a vécu cette famille et a la solidarité de leurs sauveurs.

My first thought is that, still, today, I remember that accident in a very similar way.
Obviously, the wording could be different and improved, but I quite still agree with the big picture here.
I remember I was very proud of myself the day I wrote it and it was the first (and I dare say only) text I had my parents and peers read, and if it's in this post today, it might very be because I still fell a tad of this pride "looking" at my-20-years-ago-self.
About the text itself, I still think it is quite accurate and I think of what made me write it: I imagined my parents deserved to be remembered as heroes of that day, because through my 8-years-old-eyes, this is exactly what they were, and maybe that's why the picture was so well ink-printed in my mind, that feeling of pride that filled my heart up.
Today, I still think of that day as the day I really saw my parents. I also believe that in some way, this led me in the path that is my life to be the person I am, and maybe even, led me to be a volunteer EMT-Firefighter.

This text is 18 years old and still makes me think.

Friday, January 17, 2014

steppin' in

Durante tantos dias e tantas semanas, este passo pareceu tão complicado, e tão difícil, mas hoje, dei-o e não custou nada. Bem, não diria "nada"; essa palavra até desvaloriza o momento que, em nada, - lá está, nada - se encontrou desvalorizado. Nada. Foi simples. Foi lindo. Tive as minhas perguntas, as minhas dúvidas porque não podia deixar de assim ser, pois eu sou eu, e eu pergunto e interrogo. Mas aí, com uma clareza nova que fez toda a diferença, respondi a todas as minhas inquietações, por assim dizer e assim, simplesmente, e se calhar porque este era o momento, dei o passo.
Hoje, tudo se tornou claro e simples. Hoje, tudo fez sentido sem questionar as razões.

Hoje, tudo mudou. 

Tuesday, October 1, 2013

Today!



How beautiful is a day full of hope and promises!
Today is such a day!
Today is the beginning of everything!
Today is a beautiful day!

Tuesday, April 24, 2012

Le plaisir d’offrir


C’est mon passe-temps favori. Je peux passer des jours, des semaines à peaufiner l’idée d’une surprise que je veux faire à quelqu’un que j’aime. Que ce soit pour l’anniversaire de quelqu’un cher à mon Cœur ou parce que quelqu’un qui m’est spécial a besoin de sourire, ou parfois même sans raison, j’aime, non, j’adore!, imaginer l’idée, le message, le geste, le cadeau idéal et j’adore les jours ou semaines que je passe à tout organier. C’est mon passe-temps favori, sans nul doute. L’apothéose c’est quand the special one découvre la surprise, j’attends le sourire, la larme, le rire qui réchauffent mon Cœur: mission ‘Faire sourire quelqu’un de spécial” accomplie.


C’est mon plaisir d’offrir.


Et puis un jour, cette expression a pris un nouveau sens pour moi.


Pendant la fase de préparation, j’ai dû faire un “appel” à des personnes qui m’étaient inconnues ou presque pour certaines, et bien ces personnes ont réussi à renverser la situation, elles ont réussi à me faire encore plus plaisir d’offrir. J’ai reçu des messages doux, des messages qui réchauffent le cœur et j’ai souri à la nouvelle dimension du plaisir d’offrir!


Le 02 Avril 2012, j’ai fait sourire et j’ai souri.


Thursday, December 8, 2011

i love!
















Adoro esta altura do ano: semanas a pensar nas pessoas de quem mais gostamos, a pensar na prenda ideal, no que os ira fazer sorrir… E depois, aquela expectativa, aqueles dias em que ja temos as prendinhas e sorrimos a imaginar o sorriso deles.

I L.O.V.E this time of the year: I L.O.V.E. searching for days, weeks for the perfect gift for who I LOVE. I L.O.V.E. those days I have to wait until it's time they open their presents; and I L.O.V.E. seeing their smile when they are surprised and happy. Like someone very wise (Darian, at 6 or 7) once said: "I love you, I love my family, I love my life!" :)















Looking forward to the week-end to buy more smiles!!! :)