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Saturday, May 16, 2015

Somar anos é somar vida!

Somar anos é somar vida!


Oportunidades aproveitadas e outras perdidas
Amizades criadas e outras não alimentadas
Sorrisos dados e sorrisos recebidos
Aventuras ultrapassadas e outras não atrevidas
Desafios superados e outros nem sequer imaginados
Ajudas oferecidas e apoios recebidos
Discursos assumidos e outros silenciados
Família amada e familia depreciada
Momentos aproveitados e outros escapados

Somar anos é somar vida! 

O importante é que nos orgulhemos do balanço, que nos faça feliz; e isso, está nas nossas mãos.

E se houve anos em que somei decepções e em que o balanço ficou aquém das minhas ambições, fiz sempre por não repetir erros do passado e aproximar-me tanto quanto pude do que sou e do que quero ser.

Friday, April 24, 2015

Rendez-vous des bébés



Il est 9h30, je profite de la "fraîcheur" (30 petits degrés) matinale pour faire une balade avec mon bébé. 
J'ai la chance de vivre dans un cadre idyllique et j'en profite. Je ne serais pas seule, je le sais. À Singapour, la natalité connaît un grand boom depuis plusieurs années et des bébés il y en a énormément, alors chaque parent, à sa façon, profite de la douce chaleur et du grand air pour faire une belle balade. 
On se reconnaît, on se sourit timidement. Presque tacitement, on se retrouve chaque matin, au départ de nos activités. 
C'est le rendez-vous des bébés! 

Thursday, April 16, 2015

The sweet sound of happiness



One of the joys of being an expat is the proximity to a multicultural environment; so it is quite normal to experience lovely moments like the one I lived today when I happened to hear the sweet sound of happiness.

In the breastfeeding room where I was today, the shallow privacy of the curtain is rapidly forgotten and parents and babies feel a shy kind of safety. Still, amazing things happen there and today was no exception. In those few minutes I could hear an Australian guy changing his son's diaper while telling him jokes in English, an Indian lady breastfeeding her daughter and singing along in Hindi and myself, enjoying the task at hand and chitchatting with my son in French, all in the privacy of those simple curtains. 

And while one may overhear mere baby talks, I clearly heard the sweet sound of happiness.

Wednesday, April 30, 2014

podcasting equals sharing

Being abroad can give us this odd feeling of getting more and more apart from our family and friends. Different surroundings, different feel, which is pretty normal I guess but nevertheless painful sometimes.
A few years ago we found out about podcasts and it has been a pleasant ride ever since. We started with some of our favorite radio shows and widen our spectrum of audio and video “magazines” sharing with one another our discoveries.
When we go back home(s), everyday jokes don’t just fly by us anymore and we actually can laugh and discuss with our loved ones, society, economic and political issues that are in the air. And this way, we no longer feel that much “away”.
Him in his commute, me in my shopping trips, both in our own time listen to the news from home and laugh and come home to discuss the interesting things we’ve learnt around our dinner.
We’re in the subway, our earplugs on and smiling and laughing; and the bonus is that people around us end up smiling too (even if it’s at us!).
It feels so good to share a laugh.

Friday, April 25, 2014

a magia de Bali


Primeiro fim-de-semana comprido em Singapura, pensamos logo que temos de aproveitar para passear um bocadinho. A escolha e grande mas no final hesitamos entre Vietname e Bali, Indonésia, e optámos por Bali. Já estávamos com saudades de snorkeling, mergulho e paraíso, há quase 1 ano que saímos de Dubai.
Algumas semelhanças e diferenças com a nossa viagem a Phuket, Tailândia. Quando fomos a Phuket, era a primeira viagem assim para um paraíso, mas como sempre, estávamos prontos para a Aventura. Também ainda não fazíamos snorkeling nem mergulho, e foi lá que ganhámos vontade. Bali é uma ilha bem maior e isso implica alguma organização prévia: saber o que se pretende fazer e ver e como nos vamos deslocar. E eu adoro organizar e planear.

Primeiro passo: definição do que queremos ver e fazer
Após alguma pesquisa na net e no guia turístico que comprei, notei que Bali tinha muita riqueza: a natureza e os vulcões, o mar e os seus desportos e a cultura e tradições. E decidi que queria ver um pouco disso tudo, claro!
Soube duma zona de mergulho fantástica onde se pode ver um navio americano afundado pelos Japoneses durante a segunda guerra mundial, ideal para mergulho e snorkeling. Era perfeito!
Analisei muitos dos Templos que lá há, e acreditem que há imensos e defini aquele que eu queria ver, aquele que reunia tudo o que me toca. Era lindo!

Segundo passo: fazer com que tudo seja possível
Agora é que começa a magia.
Comprar bilhetes. Check. Verifico assim que o aeroporto internacional está na pontinha sul da ilha. E  pego no mapa da ilha onde indico aeroporto de chegada, sítio de mergulho e snorkeling, localização do Templo e surpresa, vamos ter que percorrer a ilha quase toda.
Se olharmos para o mapa e nos guias, vê-se que as minhas escolhas não foram as mais comuns: a praia mais turística e Kuta, muito pertinho do aeroporto e Ubud era a vila mais próxima de Kuta e do aeroporto, tem Templo também e muitos mais acessos. No entanto, não era praia que queria fazer, nem queria bater aqueles caminhos turísticos! Eu queria natureza, vulcões e lagos, serenidade e beleza e decidi que não era impossível, que bastava um pouco de logística então “logistiquei”!

Terceiro passo: tudo e possível
Saímos de casa às 5h da manha, o táxi estava à porta à nossa espera e leva-nos ao aeroporto, lá vamos nós, de mochila às costas. Ainda houve quem dormitasse na sala de espera, mas eu não conseguia, já estava em pulgas. O voo da Garuda foi muito bom, 3 horinhas que passaram num instante, se calhar 3 horas parecem mais instantâneas quando vamos de férias, porque não me lembro duma manhã de trabalho passar assim tão depressa... À chegada, temos duas missões: levantar dinheiro local e encontrar o nosso motorista, pois pedi ao hotel para nos arranjar transfer. A primeira missão foi cumprida com êxito e sentimo-nos logo milionários: à questão “quanto dinheiro levantamos” respondemos com “alguns milhões”, dois e qualquer coisa, já não se conta. 1 Euro equivale a quase 16000 IDR, Indonesian Rupee, a moeda local. Com dinheiro no bolso, fomos à procura do nosso motorista, Gueday estava à nossa espera, de sorriso na cara. Verificámos mais tarde que todos os locais sorriem, todos! E isso é mágico! Subimos para uma carrinha novinha e lá vamos nós para 3 horas de caminho até à ponta norte da ilha. Pois é: pondo dum lado da balança, o tempo, os quilómetros e os custos e do outro lado, os nossos sonhos, optei por um hotel em Tulamben, a 3 horas de carro do aeroporto mas que me pareceu ideal, e comprovámos que o era.
O motorista foi fantástico e a viagem tornou-se numa visita guiada pelos campos de arroz com paragens para fotos e um almoço de comida local em Candidasa, um sítio lindo com macacos à beira da estrada. Foram 5 horitas bem passadas (entre viagem, almoço e paragens). Mas convém notar que, para conduzir em Bali é preciso uma dose bem grande de zen-attitude, as ultrapassagens são completamente folclóricas e as regras completamente opcionais. Mas, correu tudo bem e lá chegámos ao hotel.
O Ocean Sun Diving Resort está localizado no sopé dum dos mais lindos vulcões e organiza mergulhos e snorkeling ao navio americano USAT. Largámos a mochila no nosso bungalow, vestimos fatos de banho e lá vamos nós de máscaras em punho ver o prometido mar.
Chegar à “praia” não levou mais de 3 minutos a pé, por entre vegetação e embalagens  de bolos e de detergentes (algo um pouco perturbador para nós) e trazia mais surpresas: primeira, não há praia per se, há um amontoado de calhaus pretos nada amigáveis; e segunda: um mar lindo e calmo e a água mais limpa que alguma vez vimos. Confesso que fiquei um pouco confusa: o que bem irei fazer quando me fartar de fazer plouf-plouf na água? Mas enfim. Nem uma, nem duas, vamos para o hotel pedir barbatanas e botas imprescindíveis e – passado o cheiro a peixe salgado e a desagradável sensação d’humidade inicial – fabulosas! E lá vamos nós outra vez, desta vez, decididos a ver o que havia que ver e aproveitar o resto de luz do dia. Passada a dificuldade de entrar num mar de pedras com barbatanas, tivemos uma experiência maravilhosa: uma água cristalina e quentinha, e um fundo marino tão colorido e cheio de peixinhos lindos. O sol se estava a pôr, regressámos ao hotel encantados e a pensar no dia seguinte que seria ainda mais lindo. Tomámos o nosso banho, no nosso chuveiro exterior, foi muito giro porque não nos lembrámos de acender a luz e assim evitámos o ataque dos mosquitos; e tomámos nota para os próximos duches. O hotel também tem um restaurante que serve comida local e ocidental e lá foi o nosso primeiro jantar em Bali, com vista para o vulcão Agung e a planear com o Ricardo (alemão, dono do hotel, que se mudou para Bali há uns anos quando o stress europeu se tornou insuportável) as nossas actividades do dia seguinte, estávamos nós, já, entusiasmadíssimos.

Segundo dia em Bali.
Acordámos de manhãzinha, após uma noite bem dormida. Se calhar, a televisão é mesmo muito mais supérflua que o que pensamos. E vamos tomar um pequeno-almoço fresco e colorido e vamos nos equipar. O vulcão está lindo de manhã, ainda temos tempo de tirar umas fotos maravilhosas, o contacto com a natureza, tal como ambicionávamos.
Apresentam-nos ao Katur, o nossos guia de mergulho/snorkeling para o dia. Eu vou só fazer snorkeling, ainda não ultrapassei todos os meus medos, mas o Zowjee vai mergulhar e ele está Feliz, ele sabe o que vai “ver” mas era surpresa até à nossa chegada à Bali e eu estou a adorar vê-lo assim. Equipados, lá vamos nós para a primeira actividade do dia: o “coral garden” com as suas estatuetas de Buddha. Não cheguei a ver as estatuetas da superfície mas o Zowjee ficou maravilhado com a visão. Partilho aqui um vídeo que não é nosso, mas dá para perceber do que estou a falar.


Fizemos um intervalo para o almoço e a seguir, fomos ver o navio. Zowjee mergulhou com o guia e ficou deslumbrado. Fiquei cá fora, a corrente era muita para eu ir sozinha, a imaginar o quanto ele devia de estar a adorar. Quando ele sai da água, ele não teve palavras no início, só disse, vamos agora os dois com máscara, e eu, claro, estava deserta. Uma das experiências mais lindas da minha vida: snorkeling de mãos dadas no mar de Bali a ver peixes pequenos e grandalhões, pretos e coloridos, e a ver o navio afundado, a passar pelas bolhas de ar dos mergulhadores por baixo de nós. Foi simplesmente mágico. Sem palavras. Até me distraía a ver e a querer tocar nos peixes e a querer mergulhar. Lindo.
O dia tinha sido maravilhoso e ainda tínhamos umas duas horas de luz depois do banho tomado, optámos por alugar uma scooter, aquela que viria a ser a nossa fiel amiga de Bali e ir passear pelos campos de arroz, à procura dum sítio lindo para jantar e assim parámos em Amed, uma vilazinha pacata com o perfeito pequeno café onde jantámos um suculento bife de atum grelhado, jogámos um snooker e conhecemos a Alice (6 anos) e a Adèle (8 anos), duas meninas do Mundo. De avós paternos portugueses, maternos franceses, e pais, cidadãos do Mundo, a Adèle nasceu no Vietnam e a irmã na Tunísia, a viver em Myamar (ou Burma) de momento, mas que em breve iriam para a Escócia, que falavam 4 línguas e iriam aprender mais, meninas lindas, queridas, e que nem tinham noção da riqueza e da magia das suas vidas, duas meninas que não vou esquecer. O dia não podia ter sido mais Lindo.

Terceiro dia em Bali, visita do país, e do Templo.
Após mais um pequeno-almoço fabuloso, fazemo-nos à estrada ainda não eram 8 horas, ia ser um dia longo e estávamos prontos para a aventura.
Tínhamos preparado o itinerário por forma a ficar em estradas principais, iam ser perto de 250 quilómetros, de scooter, em estradas do tipo das nossas locais. Já tínhamos tido a experiência da scooter em Phuket e tínhamos adorado. No início, com algum receio pois, todos os guias dizem que é muito perigoso devido à condução mais que original dos locais, mas já diziam isso em Phuket e a nossa experiência foi fantástica. Também havia a questão deles conduzirem “ao contrário”, do lado esquerdo da estrada, mas também já não nos preocupava. Claro que podíamos ter optado por um carro com guia mas a experiência não teria tido o mesmo encanto. Notamos que pagámos 3.70 Euros por dia para a scooter (5 euros por dia na Tailândia) e que o único senão é o conforto para o rabiosque, assim votámos scooter! E não nos arrependemos: temos uma visão do país completamente diferente dessa forma, podemos parar onde queremos com facilidade e assim foi, mal vimos a tableta “waterfall”, pusemos pisca e saímos da estrada principal, entrámos numa estrada de terra batida e pedras e subimos ainda uns quilometrozinhos até à “entrada”, o que não teria sido possível de carro. Estacionámos a moto, pagámos a entradazita, salvo erro, 1 euro e meio cada um, e começámos a caminhar, a subir, atravessámos um riacho e metemo-nos pelos caminhos sinuosos que nos levariam a uma cascata de mais de 60 metros e de água morninha. Era complicado tomar banho por causa das rochas que lá havia, mas ainda apanhámos uma “chuveirada” jeitosa. Foi Lindo, horas de nos pôr a andar, direcção ao Templo Pura Ulun Danu Bratan. Ainda parámos no caminho para comer um satay local (pequenas espetadas de frango com molho de amendoim) e dar umas bananas e umas batatas às dezenas de macacos que estavam à beira da estrada. Quanto mais subíamos, mais o tempo se refrescava, até tivemos direito a chuva. Mas isso não nos assusta, já estamos mais ou menos habituados ao clima tropical, pararia logo e se não fosse a altitude, sentiríamos o mesmo calor. Quando chegámos ao Templo, percebemos logo que, como dizem os guias, o Templo parece flutuar no lago. É uma visão serena e mágica. Tirámos fotos e fotos. E andámos pelos caminhos dos jardins. Ainda presenciámos os festejos da Páscoa. E sentimos a Magia de Ulun Danu.
No regresso, com o coração cheio, e o rabinho dorido, parámos numa pequena praia, de areia preta vulcânica, e de mar maravilhoso para tomarmos um banho, sorrirmos para o pôr de sol e assistir a um jogo de futebol dos garotos da terra, o guarda-redes vestia uma camisola da nossa selecção.
Quando chegámos ao hotel, já era de noite, estávamos exaustos, não só pelo trajecto de scooter mas pelas emoções que nos invadiam. Tomámos um banho com bichos, um jantar rapidinho e íamos tentar dormir umas horas, pois o dia seguinte era de partida e tínhamos combinado com o motorista às 8h30.

Quarto dia, o regresso.
Parece-me que estávamos invadidos por tamanha serenidade que tudo se organizava por si só. Acordámos cedinho. Ainda fomos ver o “nosso” vulcão de mais pertinho. Tomámos aquele pequeno-almoço habitual. Preparámos a mochila. Fizemos check out e às 8h30 em ponto, estávamos a sair de Tulamben direcção Kuta para um almoço rápido antes d’ir apanhar o avião. Kuta a praia turística de que falei no início. A ideia era só dar uma vista de olhos, comermos qualquer coisa e dirigirmo-nos para o aeroporto. E assim foi. De facto, muito mais turístico que Tulamben, um trânsito caótico, e toneladas de casas de souvenirs à beira da estrada, a semelhança do que vimos nas nossas praias, já longe dos estaminés de fruta e legumes que nos tinham acompanhado durante as férias. A praia é linda e de areia branca e o mar, ideal para surfista. E percebi, que a minha escolha tinha sido a mais acertada, mesmo se nos primeiros instantes tive as minhas dúvidas, Kuta não era para nós. Um tacsi nos levou para o aeroporto que também é lindo, muito verde, muito natural e assim acabou a nossa viagem a Bali, com o sentimento que 4 dias não chegam, mas com o coração e a alma cheios de tanta Magia.

Notamos que não experimentámos a piscina do hotel, havia coisas bem mais originais para viver.

Adorámos Bali e quem sabe, um dia até pode ser que voltemos.


Bali é mágica.


Thursday, April 10, 2014

way neater in Singapore!

Miracle Garden, Dubai, UAE, April 2013
When people ask me why I left Paris, I tell them I couldn't stand the grey color of almost everything anymore, from the sky to the ground, everything is grey, even buildings and (sorry guys) the folks' pouts - By the way, I also think, Paris' crowd isn't a very smily one, but hey, it's only my opinion. - 
And the rain! Man, the rain! Worse than Paris, maybe only London... yuck!
And then I moved to Portugal. Weather wise way better for sure (not only weather wise actually ;) ), There, I finally realized blue skies weren't myths and they do exist from time to time. That felt nice. Or so I thought until life took me to Paradise, Dubai, the land where it never rains! ok, it rains like a four or five days a year, but when it rains, man, it's like the world's coming to an end, roads are floaded and life just stops. They really need to start thinking about sewers. For some reason, those, almost three years I enjoyed an amazing life there, didn't teach me how to love it though, not as people, there, love it when it rains. I don't know. Maybe I didn't stay there long enough to actually miss the rain and be glad to feel it when it comes, but this doesn't change my heart: rain sucks! Period!
But, this is different. This is Singapore. We are just between the tropics, around 120 Kms from the equator, so rain is very much in the picture here, at least that's what I am expecting. I've only been here for a month and a half, so my experience is not yet bullet proof, and I only speak of what I know. And what I know is: rain became a fantastic experience! Oh yeah! This is a whole different thing here: when it rains, it's warm, still a 25+ degrees temp' and you are in flip flops. From now on, when it starts raining in Singapore, I just feel like "singing in the rain" and I smile.

And I think: maybe, for us to like something we think is not likeable, we just need to see it from another angle (or another latitude)


PS... And, small note, that wasn't the only reason for my leaving ;)

Tuesday, April 8, 2014

Speak Up!

As a child, I was so shy, I could easily hear all the adults’ conversations around me without anyone even noticing me. Later, a teenager, I could hardly make friends so afraid that I was of even opening my mouth to say something silly and shame myself. As a young woman, I so awkwardly spoke; I wasn’t always with the right crowd.
But I always had to “speak” my mind, so I wrote, on a diary, at the beginning until my mom found it and (wait for it) judged me and punished me for my private thoughts. This was the end of it! Lucky for me, my father bought me a computer, I was barely 10, but it was what saved me: slowly but surely, I learned how to write my thoughts and save them on a disk protected with a password. Necessity is the mother of inventions right?!
A few months ago, I found my old “thoughts” and it was (sadly) weird to find out that, sometimes, there is still a little and scared girl in me.
Time passing by, I started to build some kind of personae and I started this blog but until a few days ago, I would never openly speak about it or even mention it. For a whole year, it was mine and mine only, and slowly I started to share a few of my things with a couple of friends of mine. But now, I think I am ready, today, I go “public”.

I understand all about the shyness and fright of speaking up, and appreciate your kind words which mean so much to me; which is why I adjusted my posts so anyone can just bullet rank them until you’re up to, publicly, speak up too! 

Friday, April 4, 2014

Expectation is a b**** but!!!

It’s amazing the amount of materials we can find on the internet regarding expectations being a whole bunch of negative adjectives, and I just don’t agree with what I’ve been seeing lately.
This is not a new feeling for me, I already gave this its fair share of thought but yesterday again, a friend of mine was posting comments about him being disappointed at someone and about this being his fault as he shouldn’t expect anything from anyone in the first place, and this made me angry, and made me think more about it, hence… here I am.

Come on people! What’s all this negativity all about!?

Obviously, if you don’t expect anything, you won’t get hurt, but helloooo isn’t this the same old issue: if you don’t risk it, you won’t get it! That’s the safe option of living but is it really living if you think of safety before thinking of living the most out of something? If you don’t take a few risks, if you don’t face your fears and yourself, you will most definitely miss opportunities too!
I feel like I am Lapalissading here but isn’t it duh??

We play the lotto or poker and we most probably won’t be a millionaire any time soon, but we keep investing a couple of dollars a day. We date this new guy we’re not sure we’re going to like but we do it anyway because we want to fall in love and live the dream. We send our CV for this great position we would love to get hired for even if we are aware that there will be plenty of other candidates. We buy these new shoes we are not sure we’ll be capable to walk in, but buy them anyway because they are so cute. Isn’t it how life is lived?

Only thing is true in all these negative posts or quotes we can find wide spread in the web, disappointment may occur, that’s the way it is, we can’t have everything going our way, all the time, it would mean that someone is not getting his way all the time too.
What I think is that we shouldn’t – no – we mustn’t rely on others when our own happiness is at stake! We are sole responsible for our choices and what they lead to.

In the end, I think I believe in Karma, do good and good will come back at you, give happiness to someone and he’ll give happiness back at you.

I saw this video a few years ago and I just love it, I hope you will too.











Friday, March 14, 2014

a picture like scene

Add-on to my wish-list
I was just walking on the surroundings of my new home, in this beautiful park. It was so pleasant to pass by people on their bikes, others running and some, like me, just walking and enjoying the agreeable end of afternoon. I was walking and enjoying myself, thinking of my home town and how that park remembered me of it and how it was going to be wonderful to live just here when I just saw the most amazing picture like scene: a man in his thirties was running slowly, as much as needed for his young daughter, maybe 6 years old, to accompany him, while they were reciting the alphabet. This was such a nice image, father and daughter sharing what I call a very high quality time. I kept walking, smiling at them and them at me just thinking how dreamy their life was to me and then I realized that the picture wasn’t complete though as the little girl’s pregnant mommy was on their track, just a little behind them, gingerly walking.
I am now only thinking of it, but this scene keeps making me smile and feel the nicest warmth in me.

This is how life should be!

Thursday, January 30, 2014

une belle visite

Hier, mon grand-père est passé me faire une petite visite. Ses visites me font super plaisir. Il est heureux. Il vient et il dit combien ça lui fait plaisir de nous voir et pourtant on n’est même pas sûrs qu’il sache vraiment qui nous sommes, mais c’est tellement bon.
Hier, il nous raconte comment il a profité du fait que sa femme (qui est en fait sa fille, ma tante) se soit endormie pour se sauver et venir nous voir. Il était en pantoufles, sans manteau, mais il était heureux. On a discuté pendant quelques minutes. Il cherche ses mots. Il ne comprend pas tout ce qu’on lui dit. Il nous raconte des histoires d’il y a vingt ans. Et puis il se souvient que Mamie n’est plus là, et il pleure. C’est triste de voir quelqu’un qu’on aime, son grand-père perdre la tête, mais en même temps, c’est tellement bon de le voir rire et heureux comme un enfant quand il nous fait le « papi la malice ». Il est génial ce grand-père. Et puis, hors de question de le prendre pour un vieux qui ne sait pas ce qu’il fait, pas la peine de l’aider à descendre les escaliers « alors, si j’ai réussi à monter, je saurai redescendre ».
                                                                             Ah Papi, merci de me faire chaud au cœur comme ça ; merci de me faire sourire. 




Thursday, January 23, 2014

just how good does it feel...

How good does it feel when you enter a place full with lots of dear friends?

A few days ago, I went to a special event and I experienced this very special feeling of entering into a room filled with people I love. 

It was a very special event indeed, don't get me wrong, but what I will cherish is first and foremost the ambiance of gathering, friendship, love and purpose, all the things that make me be so grateful for having such dear dear friends. Of course, none of it was meant for me, but in the end, that didn't really matter; what matters is what each and everyone of us makes of the opportunities that are given to us, and that's just what I did: I did the most of an opportunity given to me and enjoyed as much the event as I enjoyed being with these special friends of mine, the kind of friends who welcome you with a true warm hug, the kind of friend and the kind of hug that makes us feel whole.

There are no words to really describe any of it, so it's just a matter of enjoying the ride.
It's amazing how it just feels nice. Just so very nice.

So, cheers to friendship! Old. New. Intense. Joyful. 

Friday, January 17, 2014

steppin' in

Durante tantos dias e tantas semanas, este passo pareceu tão complicado, e tão difícil, mas hoje, dei-o e não custou nada. Bem, não diria "nada"; essa palavra até desvaloriza o momento que, em nada, - lá está, nada - se encontrou desvalorizado. Nada. Foi simples. Foi lindo. Tive as minhas perguntas, as minhas dúvidas porque não podia deixar de assim ser, pois eu sou eu, e eu pergunto e interrogo. Mas aí, com uma clareza nova que fez toda a diferença, respondi a todas as minhas inquietações, por assim dizer e assim, simplesmente, e se calhar porque este era o momento, dei o passo.
Hoje, tudo se tornou claro e simples. Hoje, tudo fez sentido sem questionar as razões.

Hoje, tudo mudou. 

Saturday, August 10, 2013

Leiria, cidade do meu coração

"And you, what do you do on Wednesday nights?"
I barely set foot in my beautiful town again and I hear about something fabulous happening: the whole city set a time and place to meet every week; motivating one another, people from everywhere gather and take a step forward to a healthier, happier and freer way of life! Every Wednesday, at 9.00 pm, people gather at Praça Rodrigues Lobo for a 30 minute work-out followed by an hour walk or run, around our lovely city, followed by a 30 minutes stretching session, and everyone goes home with the promise of a new appointment for the following week.




www.nel.pt

Congratulations to the handful of people who started this and invited everyone to walk and run along!

Congratulations to my fellow citizen who dared to accept the invite!

Congratulations to everyone to be, somehow, part of this movement I am proud of.




This is the kind of idea I consider worth spreading!

http://www.youtube.com/watch?v=2fi62v4FdQg

Will I see you there next week?


Thursday, December 13, 2012

70/72


Il était une fois l’hirondelle du printemps. Elle vient annoncer l’arrivée des beaux jours et semer des couleurs un petit peu partout, commençant en Alaska, elle finira en Nouvelle Zélande et ne s’attardera qu’une heure tout juste dans chacune des longitudes, et elle sera reçue par chacune avec la même légèreté et le même sourire. Mais elle doit repartir, et même si ça nous attriste, nous devons lui permettre d’aller étaler ses couleurs, ailleurs.

Je ne serais là qu’un court moment, 3 jours, 72 heures à peine. C’est court, certes, mais il faudra le vivre intensément. Et lorsque je volerais 2 heures à ce court moment, il ne faudra pas m’en vouloir, il faudra seulement comprendre que le temps est ce qu’il est et qu’il est autant à vous qu’à moi, qu’en rien cela ne signifie que vous ne méritez pas, à mes yeux et à mon cœur, toutes les heures de mon existence, que même pendant ces 2 heures, comme pendant toutes les autres où je suis loin, vous êtes avec moi, et que les querelles ne serviraient a rien d’autre que de gâcher les 70 autres heures dont nous devrions profiter.

Thursday, December 6, 2012

steps, rules,... who cares???


and when we let our principles dictate our lives, we’ve reached
that moment when we need to just ask ourselves, where do I
want to go?
 
                                                                   I’ve made up my mind! I’ll have step 3 before I reach step 2
                                                                   and I will be happy!

question mark ???


Avec une pudeur à peine dissimulée, je regarde le destin de ces gens, de ces familles qui sont maintenant à jamais changées, bouleversées. Plus jamais elles ne seront ce qu’elles ont été et je pleure et je pense à ce que nous devrions valoriser alors que nous passons nos vies à nous chamailler comme si nous contrôlions tout et que nous ne risquions jamais de perdre notre bonheur que parfois nous ne voyons même plus.

C’est aujourd’hui le 1er jour du reste de nos vies, comment allons-nous la laisser s’écouler ?

Tuesday, April 24, 2012

Le plaisir d’offrir


C’est mon passe-temps favori. Je peux passer des jours, des semaines à peaufiner l’idée d’une surprise que je veux faire à quelqu’un que j’aime. Que ce soit pour l’anniversaire de quelqu’un cher à mon Cœur ou parce que quelqu’un qui m’est spécial a besoin de sourire, ou parfois même sans raison, j’aime, non, j’adore!, imaginer l’idée, le message, le geste, le cadeau idéal et j’adore les jours ou semaines que je passe à tout organier. C’est mon passe-temps favori, sans nul doute. L’apothéose c’est quand the special one découvre la surprise, j’attends le sourire, la larme, le rire qui réchauffent mon Cœur: mission ‘Faire sourire quelqu’un de spécial” accomplie.


C’est mon plaisir d’offrir.


Et puis un jour, cette expression a pris un nouveau sens pour moi.


Pendant la fase de préparation, j’ai dû faire un “appel” à des personnes qui m’étaient inconnues ou presque pour certaines, et bien ces personnes ont réussi à renverser la situation, elles ont réussi à me faire encore plus plaisir d’offrir. J’ai reçu des messages doux, des messages qui réchauffent le cœur et j’ai souri à la nouvelle dimension du plaisir d’offrir!


Le 02 Avril 2012, j’ai fait sourire et j’ai souri.


Wednesday, February 8, 2012

entre a alegria e a tristeza…

Muito tempo relembrei aqueles anos e pensei nos erros que a minha juventude e inocência me fizeram cometer, mas nunca perdi de vista, que o que fiz, foi com o coração.

Muitos anos depois, voltei a ter notícias tuas e aí disseste-me:

“eu concidero vc como minha mae e isso eu falo para todo mundo que minha mae foi vc e no meu coracao e ate hoje eu gosto muito de vc" (Bruna, com 19 anos, dia 06 de Fevereiro de 2012)

Chorei, partilhada entre a alegria que me deste e a tristeza ao relembrar esse passado tão sombrío. Obrigada por me teres apaziguado a alma.

Não me arrependo nunca do meu passado, porque fizeste parte dele e que faz parte de mim.